Outras terapias-alvo eficazes para a leucemia linfocítica crônica (LLC) recidivada incluíam idelalisibe um inibidor oral da fosfoinositida 3′-quinase (PI3K) delta em combinação com rituximabe e venetoclax. A combinação de fludarabina, ciclofosfamida e rituximabe (FCR) era o antigo padrão de cuidado para o tratamento de primeira linha na maioria dos pacientes clinicamente adequados. Os pacientes são observados até que os iribet sintomas se desenvolvam, momento em que o tratamento consiste em uma terapia-alvo em combinação com um anticorpo monoclonal direcionado contra as células B. A leucemia linfocítica crônica é considerada incurável com a terapia atualmente disponível; o tratamento visa à melhora dos sintomas com tentativas de prolongar a sobrevida.
Embora a causa da leucemia linfocítica crônica (LLC) seja desconhecida, alguns casos parecem ter um componente hereditário. O tratamento é adiado até que os sintomas se desenvolvam e geralmente envolve quimioterapia e imunoterapia. A leucemia linfocítica crônica (LLC) é caracterizada pelo acúmulo progressivo de linfócitos B malignos fenotipicamente maduros. Pacientes no estágio 0 a II de Rai podem sobreviver por 5 a 20 anos sem tratamento (1).
A história natural da leucemia linfocítica crônica é altamente variável. Ensaios clínicos randomizados comparativos demonstraram que o acalabrutinibe (7) e o zanubrutinibe (8, 9) apresentam melhor tolerabilidade, menores taxas de descontinuação e melhores perfis de segurança em comparação com o ibrutinibe. O acalabrutinibe e o zanubrutinibe inibem covalentemente a enzima BTK, mas têm menos efeitos fora do alvo do que o ibrutinibe nos alvos não BTK e, portanto, seu uso resulta em menos efeitos adversos. Pode-se utilizar venetoclax em pacientes com del (17p) que receberam pelo menos uma terapia anterior. Os inibidores de BTK são mantidos até que a toxicidade se desenvolva ou a doença evolua.
Leucemia linfocítica crônica (LLC) recidivada ou refratária
Abaixo segue uma lista de classificação das funções desempenhadas pelo “se”, com exemplos. A partícula “se” pode ser classificada em diferentes classes de palavras e, portanto, pode também desempenhar diferentes funções sintáticas. Para cada classificação, o termo cumpre diferentes funções. As funções do “se” estão associadas às classificações que essa palavra tem. Observe que nas frases acima, a oração com “se” indica a condição necessária para que a ação da outra oração se concretize.
- O Reescrever Texto ajuda a variar a escrita sem mudar o sentido.
- Deve-se considerar infusões de gamaglobulina para o tratamento de paciente com hipogamaglobulinemia e infecções refratárias ou para profilaxia quando ≥ 2 infecções graves ocorrerem em até 6 meses.
- No entanto, os tratamentos estão evoluindo e os esquemas de primeira linha podem incluir agentes-alvo como inibidores da tirosina quinase de Bruton (BTK) e do linfoma de células B-2 (BCL-2), com ou sem quimioterapia.
- Embora a causa da leucemia linfocítica crônica (LLC) seja desconhecida, alguns casos parecem ter um componente hereditário.
- Para cada classificação, o termo cumpre diferentes funções.
- Conforme a classificação já demonstra, essa conjunção é indicativa de causa.
O uso do “se” enquanto partícula de realce é opcional. Essa classificação dá-se quando o “se” faz parte de verbos pronominais. O Reescrever Texto ajuda a variar a escrita sem mudar o sentido.
(CPCON) A partícula SE assume diferentes funções, conforme a sua disposição na oração. Nesses casos, a partícula não é obrigatória, e pode ser retirada da frase sem prejuízos sintáticos. O “se” introduz a oração “ele vem à festa”, que está completando o sentido do verbo “sei”, ou seja, exerce a função de objeto direto. O “se” introduz a oração “você correr” e aponta que essa é a condição para que o sujeito consiga “pegar o ônibus”. O “se” introduz a oração “não se cuidar” e aponta que essa é uma condição necessária para não ficar doente.
Nos Estados Unidos, o risco médio ao longo da vida de leucemia linfocítica crônica (LLC) em ambos os sexos é aproximadamente 0,5% (1 em 200) (1). No entanto, os tratamentos estão evoluindo e os esquemas de primeira linha podem incluir agentes-alvo como inibidores da tirosina quinase de Bruton (BTK) e do linfoma de células B-2 (BCL-2), com ou sem quimioterapia. Os locais primários da doença incluem sangue periférico, medula óssea, baço e linfonodos. Deve-se considerar o transplante alogênico de células-tronco em pacientes em boa forma e cuja leucemia seja refratária a novas combinações de terapias-alvo com imunoterapias e terapias celulares emergentes. A monoterapia com um anticorpo monoclonal anti-CD20 (rituximabe, ofatumumabe, obinutuzumabe) pode aliviar transitoriamente os sintomas.
A idade média de um paciente com leucemia linfocítica crônica (LLC) é 70 anos. A leucemia linfocítica crônica é o tipo mais comum de leucemia no mundo ocidental. O diagnóstico é por citometria de fluxo e imunofenotipagem do sangue periférico. Os sinais e sintomas podem estar ausentes ou podem incluir linfadenopatia, esplenomegalia, hepatomegalia, febre sudorese noturna, perda ponderal não intencional e saciedade precoce.
Prognóstico da leucemia linfocítica crônica (LLC)
O advento da terapia-alvo como tratamento de primeira linha pode dificultar a escolha da terapia idealmente exigente em pacientes com LLC recidivante. Em pacientes que receberam quimioimunoterapia inicial, o tratamento com um inibidor de BTK pode melhorar a taxa de resposta e prolongar a sobrevida livre de progressão na LLC recidivante ou refratária. Deve-se confirmar a leucemia linfocítica crônica (LLC) recidivada ou refratária histologicamente antes de reiniciar o tratamento. São necessárias pesquisas adicionais acerca do uso do monitoramento da doença residual mínima (DRM) na LLC e como as alterações da DRM podem orientar a retomada do tratamento.